Publicado por: sidnei walter john | 13 de outubro de 2016

Evangelho do dia 15 de outubro sábado


SANTA TERESA DE JESUS

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15 OUTUBRO – Sofrer ou morrer! Após ter experimentado quanto fosse sublime sofrer com Jesus, Santa Teresa descobriu que morrer era infinitamente mais nobre, porque sinal de união eterna com o Esposo Divino. (L 232). São Jose Marello

15-out-lucas-12-8-12Leitura do santo Evangelho segundo São Lucas 12,8-12

Eu vos digo: todo aquele que se declarar por mim diante do povo, o Filho do Homem também se declarará a favor dele diante dos anjos de Deus. Aquele, porém, que me renegar diante do povo será renegado diante dos anjos de Deus. Todo aquele que falar uma palavra contra o Filho do Homem será perdoado. Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado. Quando vos conduzirem diante das sinagogas, magistrados e autoridades, não vos preocupeis com os argumentos para vos defender, nem com o que dizer. Pois nessa hora o Espírito Santo vos ensinará o que deveis dizer”. ”  

Meditação:

O Espírito Santo é a plenitude do amor misericordioso de Deus. A blasfêmia contra o Espírito Santo é a sua simples rejeição ou a distorção da face de Deus, escondendo e confundindo o povo quanto ao seu amor misericordioso, como o faziam os fariseus e doutores da lei.

Em contraste com os que rejeitam o Espírito Santo, temos os discípulos perseverantes no seguimento de Jesus. Enfrentam as perseguições e são iluminados e fortalecidos por este Espírito.

No Evangelho de ontem Jesus fala aos 12 Apóstolos em particular, o de hoje é a continuação. Ontem Ele fala que “não devemos temer a quem pode matar apenas o corpo, mas devemos temer Àquele que pode nos condenar ao inferno”. Mas conclui dizendo que não precisamos ter medo, porque o Pai nos conhece, e para Ele nós valemos muito!

Na perseguição e na dificuldade, os discípulos terão que dar testemunho de sua fé. Assim acontecia na igreja primitiva, que desde o principio encontrava sua força no Espírito.

Nesse contexto, as palavras de Jesus sobre a blasfêmia contra o Espírito Santo podem ser tomadas como um convite a não abandonar a fé, mesmo diante das perseguições

Hoje Jesus continua o discurso respondendo 3 perguntas: Quem será nosso Advogado perante o Pai? O que devemos (e o que não devemos) fazer para poder contar com esse Advogado? Quem será o nosso Advogado perante os homens?

O nosso Advogado perante o Pai será o próprio Jesus, que dará testemunho de nós, CONTANTO que nós também demos testemunho d’Ele aqui neste mundo, perante os homens.

Jesus chega a dizer que aceita até que falem mal d’Ele, que serão perdoados, mas não aceita que blasfemem contra o Espírito Santo. Este é um ponto que deve ser refletido.

O que é uma blasfêmia contra o Espírito Santo? É importante saber, já que este é o único pecado que não tem perdão, e o próprio Catecismo da Igreja Católica afirma que é o único pecado que leva para a condenação eterna.

Conceitos básicos: o Pai CRIOU, o Filho veio para SALVAR, e o Espírito Santo é o SANTIFICADOR. É importante saber que o Pai tem a vontade de perdoar sempre, e quando Ele perdoa, estamos salvos.

A única maneira d’Ele não perdoar é quando NÃO RECONHECEMOS QUE PECAMOS ou NÃO NOS ARREPENDEMOS DO PECADO. Nesse caso, não pode haver perdão.

Gary Fisher, um estudioso da Bíblia, diz em seu excelente artigo “O que é blasfêmia contra o Espírito Santo?” que a própria Bíblia ensina que existem casos em que a pessoa vai para tão longe de Deus, que não é possível mais voltar, e cita trechos como o que fala dos corações endurecidos (Hb 3), e do próprio Jesus que fala do solo que foi pisoteado e compactado a ponto que nenhuma semente pode germinar (Lc 8,5).

Onde não existe a aceitação do Espírito Santo, não há mais nada que Deus possa fazer, então o destino final desta pessoa, após a morte do seu corpo, é a morte do seu espírito em um “fogo eterno”.

Por fim, quem será o nosso Advogado perante os homens? O Espírito Santo! Os primeiros anos do Cristianismo foram muito difíceis, e Jesus precisou preparar seus discípulos para o que eles iriam enfrentar quando Ele partisse.

As provações seriam imensas, mas o testemunho deles, morrendo em nome de Jesus, seria a prova de que eles acreditavam na mensagem do Mestre até as últimas conseqüências.

Que saibamos receber o Espírito Santo, e deixemos que Ele haja em nós. Até nisso Jesus pensou, e ensinou o que devemos fazer para que o Espírito possa agir: “…não fiqueis preocupados (…) o Espírito Santo vos ensinará o que deveis dizer.” É quando aquietamos o nosso coração, que podemos ouvir o sussurro do Espírito Santo a nos guiar.

Quem vive no barulho dos próprios pensamentos, como se tivesse medo de escutar a voz da própria consciência, não vai saber do que eu estou falando… Mas pode experimentar… Basta querer… O Espírito Santo se move em você…
Reflexão Apostólica:

Precisamos estar muito atentos (as): achamos que estamos isentos do pecado contra o Espírito Santo, porém se percebermos, todas as vezes que negamos o poder do Espírito, todas as ocasiões em que vacilamos em dar testemunho do Evangelho porque não nos achamos capacitados, talvez estejamos pecando contra o Espírito Santo.

Quando não confiamos na força e no poder do Espírito Santo, nós estamos ofendendo a Deus, pois o Espírito é o prometido do Pai que não pode falhar.

É confiando na manifestação do Espírito Santo em nós que podemos anunciar a Palavra e testemunhar ao mundo as maravilhas e prodígios que nos acontecem e assim termos diante de Deus o testemunho dos anjos a nosso favor.

Você se envergonha de falar de Jesus diante das pessoas? Você confia no poder do Espírito mesmo que você se ache uma lástima? Como você tem agido em relação a isso?

Propósito:

Pai, seja eu instruído pelo Espírito Santo, para estar sempre pronto a dar testemunho corajoso de minha fé em teu Filho Jesus.

2º Reflexão Apostólica:

Jesus convidou os discípulos a serem suas testemunhas e não seus advogados. Ele não precisa de que o defendam. Por isso, o trabalho dos discípulos não é lutar contra os que não crêem nele, mas dar um testemunho “acreditável” de sua presença entre os seres humanos.

Para crer em Jesus de Nazaré, não basta, contudo, pensar que ele é o Filho do Pai, que é presença de Deus entre os humanos. É necessário, além disso, acreditar no que ele acreditou e amar como ele amou.

Jesus acreditava profundamente no valor e na dignidade da pessoa humana; na possibilidade de que o reino de Deus se manifestasse no mundo por meio da justiça e da igual dignidade das pessoas. Acreditava que todos devemos participar da mesma mesa, pelo que não deveria haver excluídos nem marginalizados. Esta fé de Jesus numa nova humanidade era a expressão de sua fé em Deus Pai.

Uma fé que se manifestou em seu imenso amor pelos necessitados, oprimidos e marginalizados, mediante obras; não somente em palavras.

Um amor sem medida por seus amigos e discípulos e por todos aqueles que careciam de afeto e compreensão. Por isso, crer hoje em Jesus não pode ser somente um ato de aceitação verbal, mas, antes de tudo, um ato de solidariedade e adesão prática à sua proposta: crendo no que ele creu, amando a quem ele amou e agindo conseqüentemente como ele agiu.

No Evangelho de ontem Jesus falava aos 12 Apóstolos em particular, o de hoje é a continuação. Ontem Ele falava que “não devemos temer a quem pode matar apenas o corpo, mas devemos temer Àquele que pode nos condenar ao inferno”. Mas conclui dizendo que não precisamos ter medo, porque o Pai nos conhece, e para Ele nós valemos muito!

Hoje Jesus continua o discurso respondendo 3 perguntas: Quem será nosso Advogado perante o Pai? O que devemos (e o que não devemos) fazer para poder contar com esse Advogado? Quem será o nosso Advogado perante os homens?

O nosso Advogado perante o Pai será o próprio Jesus, que dará testemunho de nós, CONTANTO que nós também demos testemunho dEle aqui neste mundo, perante os homens. Jesus chega a dizer que aceita até que falem mal d’Ele, que serão perdoados, mas não aceita que blasfemem contra o Espírito Santo. E este é um ponto que deve ser refletido.

O que é uma blasfêmia contra o Espírito Santo? É importante saber, já que este é o único pecado que não tem perdão, e o próprio Catecismo da Igreja Católica afirma que é o único pecado que leva para a condenação eterna.

Conceitos básicos: o Pai CRIOU, o Filho veio para SALVAR, e o Espírito Santo é o SANTIFICADOR. É importante saber que o Pai tem a vontade de perdoar sempre, e quando Ele perdoa, estamos salvos.

A única maneira d’Ele não perdoar é quando NÃO RECONHECEMOS QUE PECAMOS ou NÃO NOS ARREPENDEMOS DO PECADO. Nesse caso, não pode haver perdão.

A própria Bíblia ensina que existem casos em que a pessoa vai para tão longe de Deus, que não é possível mais voltar, e cita trechos como o que fala dos corações endurecidos (Hbs 3), e do próprio Jesus que fala do solo que foi pisoteado e compactado a ponto que nenhuma semente pode germinar (Lc 8,5).

Onde não existe a aceitação do Espírito Santo, não há mais nada que Deus possa fazer, então o destino final desta pessoa, após a morte do seu corpo, é a morte do seu espírito em um “fogo eterno”.

Por fim, quem será o nosso Advogado perante os homens? O Espírito Santo! Os primeiros anos do Cristianismo foram muito difíceis, e Jesus precisou preparar seus discípulos para o que eles iriam enfrentar quando Ele partisse.

As provações seriam imensas, mas o testemunho deles, morrendo em nome de Jesus, seria a prova de que eles acreditavam na mensagem do Mestre até as últimas conseqüências.

Que saibamos receber o Espírito Santo, e deixemos que Ele haja em nós. Até nisso Jesus pensou, e ensinou o que devemos fazer para que o Espírito possa agir: “…não fiqueis preocupados (…) o Espírito Santo vos ensinará o que deveis dizer.” É quando aquietamos o nosso coração, que podemos ouvir o sussurro do Espírito Santo a nos guiar.

Quem vive no barulho dos próprios pensamentos, como se tivesse medo de escutar a voz da própria consciência, não vai saber do que eu estou falando… Mas pode experimentar… Basta querer… O Espírito Santo se move em você…

Propósito:

Pai, seja eu instruído pelo Espírito Santo, para estar sempre pronto a dar testemunho corajoso de minha fé em teu Filho Jesus.


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