Publicado por: sidnei walter john | 11 de setembro de 2016

Evangelho do dia 12 de setembro segunda feira


12 setembro – Pensar que os outros não nos amam é tentação e aflição de espírito: Deus nos ama, e isso nos deve bastar. (S 197). São Jose Marello

12-set-lucas-7-1-10Leitura do santo Evangelho segundo São Lucas 7,1-10

Quando Jesus acabou de dizer essas coisas ao povo, foi para a cidade de Cafarnaum. Havia ali um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito. O empregado estava gravemente doente, quase morto. Quando o oficial ouviu falar de Jesus, enviou alguns líderes judeus para pedirem a ele que viesse curar o seu empregado. Eles foram falar com Jesus e lhe pediram com insistência:
– Esse homem merece, de fato, a sua ajuda, pois estima muito o nosso povo e até construiu uma sinagoga para nós.
Então Jesus foi com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial romano mandou alguns amigos dizerem a Jesus:
– Senhor, não se incomode, pois eu não mereço que entre na minha casa. E acho também que não mereço a honra de falar pessoalmente com o senhor. Dê somente uma ordem, e o meu empregado ficará bom. Eu também estou debaixo da autoridade de oficiais superiores e tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Digo para um: “Vá lá”, e ele vai. Digo para outro: “Venha cá”, e ele vem. E digo também para o meu empregado: “Faça isto”, e ele faz.
Jesus ficou muito admirado quando ouviu isso. Então virou-se e disse para a multidão que o seguia:
– Eu afirmo a vocês que nunca vi tanta fé, nem mesmo entre o povo de Israel!
Aí os amigos do oficial voltaram para a casa dele e encontraram o empregado curado.
  

Meditação:

Os evangelistas sempre associam as cenas em que Jesus ensina a cenas em que ele exerce sua prática libertadora. Isto significa que o ensino é orientado para a prática amorosa e vivificante, sendo esta prática uma forma de ensino.

Depois da proclamação das bem-aventuranças Lucas narra o episódio do testemunho de fé do centurião e da cura de seu servo por Jesus. O impacto principal da narrativa é a novidade da humildade e fé dos gentios que supera a fé de Israel.

A narrativa é um paradigma para as missões, inspirando a sua universalidade. Todos os povos podem crer em Jesus, por sua ação vivificadora. A presença do amor vivificante faz germinar a fé, em qualquer povo ou nação, em qualquer época.

Neste Evangelho de Lucas, Jesus nos deixa claro que, o alcance da salvação é para todos, sem distinção. O Pai Eterno O enviou como o único salvador das suas criaturas, libertando a todos de todos os pecados  que os possam afastar do caminho da salvação.

Lucas diz que o centurião tinha muita estima pelo servo. Talvez a palavra seja fraca para descreve a atitude daquele oficial, mas ao agir dessa forma ele rompeu uma das barreiras que separam as pessoas e as afastam umas das outras: a posição social.

A fé não pode conviver com preconceito social. A fé não sobrevive em uma ambiente em que se classificam as pessoas por sua influência na sociedade para depois aproximar-se das que se julgam mais importantes.

Não é possível que a fé se torne forte quando a atitude é de desprezo pelos simples e valorização dos que consideramos fortes. Uma atitude de fé não pode sobreviver junto com a acepção de pessoas.

Não podemos fechar os ouvidos à exortação da palavra de Deus. A bem da nossa fé, precisamos considerar a questão da acepção de pessoas não apenas na igreja, mas no trabalho, na escola, na faculdade, no condomínio, na vizinhança, e onde quer que estejamos.

Como podemos nos dizer seguidores de Jesus quando tratamos as pessoas de acordo com uma escala de valores corrompida pelo pecado e pela desobediência a Deus?

O centurião era romano e representava o poder dominante. Os judeus eram o povo dominado e obrigado a submeter-se às ordens romanas. Era uma relação de autoridade em que uma parte dita as regras e a outra deve cumpri-las.

Todos nós vivemos situações como esta. Ora estamos submetidos a algum tipo de autoridade e somos nós mesmos quem exercemos autoridade. Ainda que as pessoas estejam cada dia mais avessas à autoridade, essa é uma questão crucial para o bom andamento da sociedade.

Os pais têm autoridade sobre os filhos, os professores têm autoridade sobre os alunos, os maridos têm autoridade sobre sua família, os agentes de trânsito têm autoridade sobre o tráfego na cidade, os gerentes têm autoridade sobre os empregados e os governantes têm autoridade sobre os governados.

A rejeição dos nossos dias à submissão a qualquer tipo de autoridade, em parte, é motivada pelo mau exercício que temos feito dela.

Como se pode esperar uma atitude natural de submissão à autoridade por parte de um filho que é espancado pelo pai? É claro na cabeça de um garoto que sofre nas mãos de um pai ou uma mãe espancadora autoridade é sinônimo de autoritarismo.

Como se pode esperar uma atitude natural de submissão de uma esposa que é maltratada, desconsiderada, explorada e usada como um objeto de prazer? Em sua mente, autoridade é sinônimo de opressão.

A verdadeira autoridade é o exercício do poder em benefício das outras pessoas e não de si mesmo. Exercer autoridade é usar o poder que se recebeu em prol daqueles que dependem da sua atuação. Quando a autoridade é exercida em sua plenitude as pessoas são tratadas com dignidade e respeito. Em resumo, exercer autoridade é servir.

O centurião de Cafarnaum, embora representante de um poder opressor, foi considerado como um amigo pelos anciãos judeus. Ele era a figura que representava a autoridade romana sobre os povos dominados, mas tratou as pessoas com tanta dignidade que no momento em que ele precisava de algo todos correram para ajudá-lo.

A fé não pode coexistir com a truculência. A fé não faz parceria com a violência e o desmando. A fé não compartilha com a opressão e a imposição pelo medo, mas ela se fortalece com atitudes de compaixão, respeito e dignidade. A fé não convive com a busca do poder pelo mau exercício da autoridade.

Jesus explicou isso aos seus discípulos em uma ocasião em que eles brigavam para ver quem eram o mais importante entre eles.

Abra seus ouvidos à exortação do Senhor: não podemos nos dizer cristãos e agir como agem aqueles que não têm temor ao Senhor. Será que quando Ele me olha, vê um coração quebrantado e contrito ou arrogância e orgulho?!

Essa é a pergunta que deve ficar em nossos corações por esses dias… Sejamos como aquele centurião, pois, a cada dia que passa, devemos agradar mais e mais a Jesus,  nossos Salvador.

Reflexão Apostólica:

A bondade de Deus é infinita, ela é mesmo para todos,  basta que procuremos colocar na nossa vida, os princípios  que Jesus trouxe como recado do Pai, mostrando-nos que a libertação é para todos que a querem.

O povo de hoje, está repetindo os mesmos comportamentos que afastaram de Deus o povo de Israel, que Ele escolhera, conforme nos conta o Antigo Testamento.

Por isso, depois de tantas tentativas, Ele enviou seu Filho Jesus, como o último meio de Salvação. A bondade de Deus é mesmo infinita. Basta que procuremos colocar na nossa vida os princípios que Ele nos deixou através de Jesus, como caminhos de libertação.

Neste mundo em que vivermos hoje, muito complicado e desorientado até; onde as pessoas vêm se deixando levar pelas influência do conforto, da riqueza, da vaidade e do orgulho, que as tornam insensíveis  às palavras de amor e salvação, deixadas por Jesus.

Hoje em dia, as pessoas buscam, com insistência e até desesperadamente, movidas  pelo desejo de TER e não pelo desejo de SER, só aquilo que lhes trazem  satisfações materiais. Esquecem-se do Espírito, reservam-lhe sempre só o momento em que estão sufocadas pelas conseqüências de tais atitudes.

Aproveitando-se  desse fenômeno tão gritante das sociedades atuais, o Consumismo se instalou de tal maneira, movido através dos meios de comunicações, tão forte e tão convincente, para despertar em todos o desejo de compra irrefreável; o desejo de possuir, o desejo de TER.

Mesmo que esse comportamento os leve a situações caóticas, complicadas, pelos problemas que acabam  transformando as suas vidas num verdadeiro sufoco, pela não condições para liquidarem as contas decorrentes de tal atitude.

Daí, a insatisfação se instala  em cada lar, transformando-os em verdadeiras praças de guerra, de brigas e desamor; ficando  completamente longe de tudo, o que Deus quer para o seu povo amado. Colocam Deus  num plano inferior a tudo e… passam a sofrer diuturnamente com os resultados sempre negativos que vão surgindo.

Assim aconteceu com o Centurião que não reconhecia em Jesus o Messias, o Prometido, o Enviado pelo Pai, para a salvação do seu povo.

No momento de desespero ele encontra  a salvação do seu  criado, demonstrando o amor e a preocupação que tinha pelo mesmo e que, buscando Jesus para curá-lo, envergonhado, diz que não precisaria que Jesus fosse à sua casa, pois achava-se indigno de recebe-lo, mas que “dissesse apenas uma palavra” e o seu servo seria salvo. Demonstrando  tamanha fé,  Jesus não deixa de atendê-lo, e dizendo até que :-“Nem no povo de Israel  vi homem com tamanha fé”.

A misericórdia de Deus é infinita. Para Ele não importa o lugar a que chegamos ofendendo – O com os nossos comportamentos pecaminosos. Para Ele interessa o tamanho do nosso arrependimento  o reconhecimento de que a nossa vontade é a de estar com Ele no dia definitivo. Por isso devemos confiar intensamente  nas palavras de Jesus, que são só de salvação.

Somos falíveis, erramos muito mas, se tivermos sempre a intenção de errar  menos, num processo de ficarmos cada vez melhores; certamente a  Grande Misericórdia  do Pai nos salvará.   “DEUS QUE CRIOU VOCÊ, SEM VOCÊ, NÃO PODE SALVAR VOCÊ SEM VOCÊ.”

Propósito:

Pai, dá-me um coração misericordioso e humildade que me leve a compadecer-me do meu semelhante.

 2º Meditação: 

O oficial romano, por ser pagão, era para os judeus ” impuro”, isto é, inaceitável. Um judeu observante não falava com um pagão e, muito menos, entrava na sua casa.

Era o preconceito por ser considerado impuro. O oficial romano é também chamado “centurião”, derivado de “cento”, ou seja, chefe de um batalhão de cem soldados. Pela sua fé, elogiada por Jesus, o centurião se torna representante de todos os pagãos que vão crer em Jesus.

Fica também entendido, neste fato do Evangelho, que as fronteiras do Reino de Deus vão muito além das fronteiras que criamos. A fronteira é a fé. Sem esta fé não se entra no Reino.

A narrativa inspira a universalidade da missão. A presença do amor vivificante faz germinar a fé em qualquer povo ou nação, em qualquer época.

Neste Evangelho de Lucas, Jesus nos deixa claro que, o alcance da salvação é para todos, sem distinção. O Pai Eterno O enviou como o único salvador das suas criaturas, libertando a todos de todos os pecados  que os possam afastar do caminho da salvação.

A bondade de Deus é infinita, ela é mesmo para todos,  basta que procuremos colocar na nossa vida, os princípios  que Jesus trouxe como recado do Pai, mostrando-nos que a libertação é para todos que a querem.

O povo de hoje, está repetindo os mesmos comportamentos que afastaram de Deus o povo de Israel, que Ele escolhera, conforme nos conta o Antigo Testamento. Por isso, depois de tantas tentativas, Ele enviou seu Filho Jesus, como o último meio de Salvação.

A bondade de Deus é mesmo infinita. Basta que procuremos colocar na nossa vida os princípios que Ele nos deixou através de Jesus, como caminhos de libertação.

Neste mundo em que vivermos hoje, muito complicado e desorientado até; onde as pessoas vêm se deixando levar pelas influência do conforto, da riqueza, da vaidade e do orgulho, que as tornam insensíveis  às palavras de amor e salvação, deixadas por Jesus.

Hoje em dia, as pessoas buscam, com insistência e até desesperadamente, movidas  pelo desejo de TER e não pelo desejo de SER, só aquilo que lhes trazem  satisfações materiais.

Esquecem-se do Espírito, reservam-lhe sempre só o momento em que estão sufocadas pelas conseqüências de tais atitudes.

Aproveitando-se  desse fenômeno tão gritante das sociedades atuais, o Consumismo se instalou de tal maneira, movido através dos meios de comunicações, tão forte e tão convincente, para despertar em todos o desejo de compra irrefreável; o desejo de possuir, o desejo de TER.

Mesmo que esse comportamento os leve a situações caóticas, complicadas, pelos problemas que acabam  transformando as suas vidas num verdadeiro sufoco, pela não condições para liquidarem as contas decorrentes de tal atitude.

Daí, a insatisfação se instala  em cada lar, transformando-os em verdadeiras praças de guerra, de brigas e desamor; ficando  completamente longe de tudo, o que Deus quer para o seu povo amado. Colocam Deus  num plano inferior a tudo e… passam a sofrer diuturnamente com os resultados sempre negativos que vão surgindo.

Assim aconteceu com o Centurião que não reconhecia em Jesus o Messias, o Prometido, o Enviado pelo Pai, para a salvação do seu povo.

No momento de desespero ele encontra  a salvação do seu  criado, demonstrando o amor e a preocupação que tinha pelo mesmo e que, buscando Jesus para curá-lo, envergonhado, diz que não precisaria que Jesus fosse à sua casa, pois achava-se indigno de recebe-lo, mas que “dissesse apenas uma palavra” e o seu servo seria salvo.

Demonstrando  tamanha fé,  Jesus não deixa de atendê-lo, e dizendo até que :-“Nem no povo de Israel  vi homem com tamanha fé”.

A misericórdia de Deus é infinita. Para Ele não importa o lugar a que chegamos ofendendo – O com os nossos comportamentos pecaminosos. Para Ele interessa o tamanho do nosso arrependimento  o reconhecimento de que a nossa vontade é a de estar com Ele no dia definitivo.

Por isso devemos confiar intensamente  nas palavras de Jesus, que são só de salvação. Somos falíveis, erramos muito mas, se tivermos sempre a intenção de errar  menos, num processo de ficarmos cada vez melhores; certamente a  Grande Misericórdia  do Pai nos salvará.   “DEUS QUE CRIOU VOCÊ, SEM VOCÊ, NÃO PODE SALVAR VOCÊ SEM VOCÊ ”

2º Reflexão Apostólica:

A Palavra de Deus nos promete vida e santidade, portanto Ela já é o bastante para nos tranqüilizar de que seremos atendidos (as) nas nossas reivindicações, na medida da nossa fé.

A nossa humildade é parâmetro para ajuizar a nossa fé e a nossa confiança nas promessas de Deus. O que mais chamou a atenção de Jesus foi a humildade do oficial romano quando, mesmo sendo alguém de renome, reconheceu-se indigno de receber a visita de Deus.

Essa atitude do oficial tem para nós um significado de humildade e de fé. Quando nós reconhecemos a nossa limitação e a nossa dependência de Deus, nós também dispensamos os privilégios e as regalias.

Quando nós confiamos absolutamente nas promessas do Senhor, e reconhecemos que só Ele é tudo, nós também nos achamos indignos, e mesmo assim, ousamos pedir e suplicar a sua misericórdia.

Quando ainda não nos reconhecemos indignos, e, pelo contrário, ainda nos consideramos pessoas importantes, nós queremos ter Jesus só para nós.

Necessitamos mostrar a todos que somos “seus conhecidos” e por isso, queremos os primeiros lugares, as orações especiais, os privilégios etc etc.

Se não tivermos evidências e confirmações parece que a nossa fé não funciona. Que nós, de hoje em diante, tenhamos uma fé madura que creia, confie e dependa, simplesmente, da Palavra do Senhor.

Se você fosse o oficial romano teria querido que Jesus fosse até a sua casa? O que você achou da atitude dele? Qual é a opinião que você tem de si próprio (a)? Quando você comunga você tem noção de que Jesus está visitando a sua casa? Você tem idéia da sua indignidade diante Dele? Você crê na Palavra de Deus?


Categorias

%d blogueiros gostam disto: