Publicado por: sidnei walter john | 6 de setembro de 2016

Evangelho do dia 8 de setembro quinta feira


NATIVIDADE DE NOSSA SENHORA

08 setembro Sinto-me feliz em saber que a alegria espiritual reina entre os filhos de São José. (L 168). São Jose Marello 

8-set-mateus-11-16-18-23Leitura do santo Evangelho segundo São Mateus  1,1-16.18-23

Esta é a lista dos antepassados de Jesus Cristo, descendente de Davi, que era descendente de Abraão.
Abraão foi pai de Isaque, Isaque foi pai de Jacó, e Jacó foi pai de Judá e dos seus irmãos. Judá foi pai de Peres e de Zera, e a mãe deles foi Tamar. Peres foi pai de Esrom, que foi pai de Arão. Arão foi pai de Aminadabe, que foi pai de Nasom, que foi pai de Salmom. Salmom foi pai de Boaz, e a mãe de Boaz foi Raabe. Boaz foi pai de Obede, e a mãe de Obede foi Rute. Obede foi pai de Jessé, que foi pai do rei Davi.
Davi e a mulher que tinha sido esposa de Urias foram os pais de Salomão. Salomão foi pai de Roboão, que foi pai de Abias, que foi pai de Asa. Asa foi pai de Josafá, que foi pai de Jorão, que foi pai de Uzias. Uzias foi pai de Jotão, que foi pai de Acaz, que foi pai de Ezequias. Ezequias foi pai de Manassés, que foi pai de Amom, que foi pai de Josias. Josias foi pai de Jeconias e dos seus irmãos, no tempo em que os israelitas foram levados como prisioneiros para a Babilônia. Depois que o povo foi levado para a Babilônia, Jeconias foi pai de Salatiel, que foi pai de Zorobabel. Zorobabel foi pai de Abiúde, que foi pai de Eliaquim, que foi pai de Azor. Azor foi pai de Sadoque, que foi pai de Aquim, que foi pai de Eliúde. Eliúde foi pai de Eleazar, que foi pai de Matã, que foi pai de Jacó. Jacó foi pai de José, marido de Maria, e ela foi a mãe de Jesus, chamado Messias.
O nascimento de Jesus Cristo foi assim: Maria, a sua mãe, ia casar com José. Mas antes do casamento ela ficou grávida pelo Espírito Santo. José, com quem Maria ia casar, era um homem que sempre fazia o que era direito. Ele não queria difamar Maria e por isso resolveu desmanchar o contrato de casamento sem ninguém saber. Enquanto José estava pensando nisso, um anjo do Senhor apareceu a ele num sonho e disse:
– José, descendente de Davi, não tenha medo de receber Maria como sua esposa, pois ela está grávida pelo Espírito Santo. Ela terá um menino, e você porá nele o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo dos pecados deles.
Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor tinha dito por meio do profeta:
“A virgem ficará grávida e terá um filho que receberá o nome de Emanuel.”
(Emanuel quer dizer “Deus está conosco”.)
  

1º Meditação:

Mateus elabora uma genealogia vinculando José à descendência davídica. Os discípulos oriundos do judaísmo tinham a expectativa da vinda de um messias poderoso, um novo Davi, que elevaria a Judéia a um reino de glória.

As mulheres só aparecem nas genealogias algumas vezes, associadas ao marido. Com Maria é dito que era esposa de José, e que antes de conviverem, ela engravidou-se pela ação do Espírito Santo.

Mateus inicia seu Evangelho com uma genealogia de Jesus, através de José, incluindo-o na descendência de Davi. Para nos dar a conhecer que em Jesus Cristo se cumprem as promessas divinas de salvação feitas a Abraão em favor de toda a humanidade (Gn 12, 3). Igualmente se cumpre a profecia de um reino eterno dada por meio do profeta Natan ao rei David (2 Sam 7, 12-16).

Assim no Evangelho de hoje Mateus, nos mostra a ascendência de Jesus Cristo segundo a Sua humanidade, ao mesmo tempo em que dá uma indicação da plenitude a que chega a História da Salvação com a Encarnação do Filho de Deus, por obra do Espírito Santo. Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, é o Messias esperado.

Celebramos a festa da natividade de Maria. Ela, jovem pobre e simples é agraciada e escolhida por Deus para ser a mãe de Jesus, o Filho de Deus que se fez homem e habitou entre nós. Grande foi à alegria que envolveu os Pais de Maria pelo seu nascimento. Todavia, maior é a alegria do mundo. Pois por ela veio o Redentor do mundo.

Hoje é comemorado o dia em que Deus começa a pôr em prática o Seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a casa, antes que o Rei descesse para habitá-la. Esta “casa”, que é Maria, foi construída com sete colunas, que são os dons do Espírito Santo.

Deus dá um passo à frente na atuação do Seu eterno desígnio de amor, por isso, a festa de hoje, foi celebrada com louvores magníficos por muitos Santos Padres. Segundo uma antiga tradição os pais de Maria, Joaquim e Ana, não podiam ter filhos, até que em meio às lágrimas, penitências e orações, alcançaram esta graça de Deus.

De fato, Maria nasce, é amamentada e cresce para ser a Mãe do Rei dos séculos, para ser a Mãe de Deus. E por isso comemoramos o dia de sua vinda para este mundo, e não somente o nascimento para o Céu, como é feito com os outros santos.

Sem dúvida, para nós como para todos os patriarcas do Antigo Testamento, o nascimento da Mãe, é razão de júbilo, pois Ela apareceu no mundo: a Aurora que precedeu o Sol da Justiça e Redentor da Humanidade.

Assim celebrar a natividade de Maria, é tornar presente e a inserção no projeto de Deus de comunicar sua vida divina e eterna às suas criaturas, homem e mulher, transformando o mundo pelo amor, realizado na vida comum do dia a dia, trazendo a paz e a vida plena para todos.

A grande mensagem apresentada por Mateus é a importância da genealogia entre os judeus. Pois ela representa a estrutura de três grupos. Cada grupo consta de catorze elos que mostram o desenvolvimento progressivo da história sagrada.

Pela genealogia a pessoa via a sua identidade. Via-se ligada à família e tribo. Por ela se pertencia ou não ao eleito. Porém, lendo o relato encontramos os nomes de quatro mulheres Tamar (Gn 38 ). São mulheres estrangeiras, que de um ou outro modo se incorporam na história de Israel, para dizer que a salvação divina abarca toda a humanidade.

Cita-se personagens pecadores, mostrando que os caminhos de Deus são diferentes dos caminhos humanos. Através de homens cujo comportamento não foi reto Deus vai realizar os Seus planos de salvação. Ele nos salva, nos santifica e nos escolhe para fazer o bem, apesar dos nossos pecados e infidelidades. Tal é o realismo que Deus quis fazer constar na história da nossa salvação.

O povo vai parar na Babilônia fala-se em 2 Rs 24-2 5 para se cumpre a ameaça dos profetas ao povo de Israel e aos seus reis, como castigo da sua infidelidade aos mandamentos da Lei de Deus, especialmente ao primeiro.

Um aspecto a salientar é o fato de entre os Hebreus as genealogias fazer-se por via masculina. José, como esposo de Maria, era o pai legal de Jesus. A figura do pai legal é equivalente quanto a direitos e obrigações à do verdadeiro pai.

Neste fato se fundamenta solidamente a doutrina e a devoção ao Santo Patriarca como padroeiro universal da Igreja, visto que foi escolhido para desempenhar uma função muito singular no plano divino da nossa salvação: pela paternidade legal de são José é Jesus Cristo Messias descendente de David.

O relato do nascimento de Jesus ensina através do cumprimento da profecia de Isaías 7, 14 que Jesus é descendente de David pela via legal de José; que Maria é a Virgem que dá à luz segundo a profecia; e por último que Jesus Cristo saiu do seio materno sem detrimento algum da virgindade de Sua Mãe. Por isso, com louvores, celebramos a sempre virgem imaculada, concebida sem pecado.

1º Reflexão Apostólica:

A celebração da natividade da Virgem nos permite fazer uma análise e meditar outras dimensões do evangelho, especialmente a dimensão mariana e feminina. Na longa genealogia dos antepassados de Jesus, que o evangelho deste dia nos mostra, sobressai apenas três nomes de mulheres: Tamar, Raab e Rute.

Três mulheres com três histórias de ensinamento profético e libertador. Tamar, no livro de Gênesis, decididamente se atreve a exercer seu direito à maternidade que a tradição patriarcal dissimuladamente lhe nega; com sua astúcia e delicadeza feminina vence a lei que a marginaliza. Raab, a prostituta de Jericó, salvou a vida dos espiões enviados por Josué; desobedece ao rei e oculta os israelitas dos guardas.

Rute, a estrangeira (Moabita), deixa claro como a lei não favorece as viúvas e órfãos negando-lhes o direito a herança. Ela e sua sogra lutam para serem integradas novamente na família, porém reclamando o direito à terra que é como o direito à vida.de Jesus, mas de toda a humanidade.

Jesus se insere na história da humanidade e, ao fazê-lo, também passa a ter uma história. Ele é verdadeiramente homem e assume em tudo a condição humana, menos o pecado.

Jesus, o personagem mais fabuloso da história humana, o divisor dos tempos pois tudo se diz: antes de Cristo ou depois de Cristo; homem misterioso e indecifrável para ciência, homem divino e base de fé para a religião; foi alguém muito além para seu tempo e muito atual para o nosso.

A figura de Cristo é tão forte ainda hoje que divide as opiniões entre os que acreditam e os que não acreditam nele. Cada um tem uma visão pessoal Dele, a religião, a ciência, a psicologia, o ateu, o cristão, eu e você; mas todos devemos concordar com uma coisa, de que seguindo o seu exemplo, o ser humano encontra seu equilíbrio e sua paz plenamente.

O nome Jesus Cristo, significa: o Senhor Salva; e foi isso que aquele homem, nascido de uma família pobre, em uma vila de pescadores, na periferia da Galiléia veio fazer entre nós.

Salvar o homem de sua maldade, seus temores, sua fraquezas e limitações, e fazê-lo compreender o seu verdadeiro valor para si próprio e para os outro. Jesus Cristo passou, mas ainda esta vivo, em cada gesto de misericórdia, perdão e amor que realizamos neste mundo.

Hoje, nove meses depois da festa da Imaculada Concepção, celebra-se o nascimento de Maria, a qual, na tenra juventude, cerca de quinze anos, conceberá o Filho de Deus.

O projeto de Deus, com a encarnação de seu Filho, vem contemplar a aspiração de todos os povos em todos os tempos de serem participantes da natureza divina, na eternidade.

Celebrar a natividade de Maria é, em um sentido bastante humano, celebrar a festa de seu aniversário.  E como gostamos de celebrar o aniversário daqueles que nos são queridos!…

Maria nasceu de uma forma humana como cada um de nós: fruto do amor entre um homem e uma mulher, viveu em família e como toda jovem de seu tempo, um dia sonhou em casar-se e constituir sua própria família.

Uma vida normal, que talvez seguisse anônima se não fosse a sua aceitação total à vontade de Seu Senhor.  Maria, escolhida por Deus para ser mãe de seu Filho que encarnaria para a salvação da humanidade, recebe esta escolha, não sem antes questionar – o questionamento próprio da natureza humana – mas profundamente aberta ao caminho que o Pai passava a lhe mostrar.

Por isso tudo, celebrar a natividade de Nossa Senhora é celebrar um marco fundamental da história da salvação. Peça fundamental nessa história, Maria é a intercessão que ligará a Trindade à humanidade.  Através de seu corpo, por Deus preparado livre do pecado, Jesus vem ao mundo e nele realiza seu mistério salvífico.

Que essa festa nos faça relembrar essa história tão especial, com os olhos agradecidos diante daquela que soube dizer sim e, através disso, tornar-se mãe não somente de Jesus, mas de toda a humanidade.

Propósito:

Abri, ó Deus, para os vossos servos e servas os tesouros da vossa graça; e assim como a maternidade de Maria foi a aurora da salvação, a festa de seu nascimento aumente em nós a vossa paz.  Que a presença de teu Filho Jesus, na História, leve à plenitude a obra de tua criação, fazendo desabrochar, em cada coração humano, o amor para o qual foi criado. Senhor Jesus, apesar de minhas fraquezas e limitações, conta também comigo para ser servidor do teu Reino.

2º Meditação: 

Cada evangelista tem características próprias que refletem as fontes de onde colheram suas narrativas e a cultura e os problemas das comunidades para as quais redigem seus evangelhos.

Mateus, redigindo para uma comunidade de cristãos oriundos do judaísmo, faz uma inculturação de Jesus na tradição do Primeiro Testamento.

O Evangelho de Mateus é minuciosamente redigido na perspectiva teológica de confirmar para as suas comunidades de judeo-cristãos que Jesus é o messias esperado por eles.

Mateus inicia seu Evangelho com uma genealogia de Jesus, através de José, incluindo-o na descendência de Davi. Para nos dar a conhecer que em Jesus Cristo se cumprem as promessas divinas de salvação feitas a Abraão em favor de toda a humanidade (Gn 12, 3). Igualmente se cumpre a profecia de um reino eterno dada por meio do profeta Natan ao rei David (2Sm 7,12-16).

Hoje, a genealogia de Jesus, o Salvador que tinha que vir e, nascer de Maria, nos mostra como a obra de Deus está entrelaçada na história humana, e como Deus atua no segredo e no silêncio de cada dia. Ao mesmo tempo, vemos sua seriedade em cumprir suas promessas. Inclusive Rut e Rahab (cf. Mt 1,5), estrangeiras convertidas à fé no único Deus (e Rahab era uma prostituta!), são antepassados do Salvador.

Mateus elabora uma genealogia de José, inserido-o na linhagem davídica, e pela acolhida de José a Maria, o menino, Jesus, que foi concebido, torna-se um herdeiro messiânico.

O Espírito Santo, que havia de realizar em Maria a encarnação do Filho, penetrou, pois em nossa história desde muito longe, desde muito cedo e, traçou um rumo até chegar a Maria de Nazaré e, através dela, a seu filho Jesus. «Eis que a virgem conceberá e dará a luz um filho, e ele será chamado Emanuel» (Mt 1,23).

Quão espiritualmente delicadas deviam ser as entranhas de Maria, seu coração e sua vontade, ao ponto de atrair a atenção do Pai e a convertê-la em mãe do Deus-com-os-homens!, Ele que tinha que levar a luz e a graça sobrenaturais para a salvação de todos. Tudo, nesta obra, nos leva a contemplar, admirar e adorar, na oração, a grandeza, a generosidade e a simplicidade da ação divina, que enaltece e resgatará nossa estirpe humana implicando-se de una maneira pessoal.

Mais além, no Evangelho de hoje, vemos como foi notificado a Maria que traria a Deus, o Salvador do Povo. E pensemos que esta mulher, virgem e mãe de Jesus, tinha que ser ao mesmo tempo, nossa mãe. Esta especial escolha de Maria —«bendita entre todas as mulheres» (Lc 1,42)— faz com que nos admiremos da ternura de Deus, na maneira de proceder; porque não nos redimiu —por assim dizer— à distância, e sim se vinculando pessoalmente com nossa família e nossa história. Quem podia imaginar que Deus ia ser tão grande, e ao mesmo tempo tão condescendente, aproximando-se intimamente a nós?

Assim, no Evangelho de hoje, Mateus nos mostra a ascendência de Jesus Cristo segundo a Sua humanidade, ao mesmo tempo em que dá uma indicação da plenitude a que chega a História da Salvação com a Encarnação do Filho de Deus, por obra do Espírito Santo. Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, é o Messias esperado.

Celebramos a festa da natividade de Maria. Ela, jovem pobre e simples é agraciada e escolhida por Deus para ser a mãe de Jesus, o Filho de Deus que se fez homem e habitou entre nós. Grande foi à alegria que envolveu os Pais de Maria pelo seu nascimento. Todavia, maior é a alegria do mundo. Pois por ela veio o Redentor do mundo.

A festa da Natividade de Maria acontece nove meses após a sua concepção imaculada, no dia 8 de dezembro. É o nascimento da “mãe de Deus”, que se insere no projeto de Deus de comunicar sua vida divina e eterna às suas criaturas, homem e mulher, transformando o mundo pelo amor, praticado na vida comum do dia a dia, trazendo a paz e a vida plena para todos.

Celebrar a natividade de Maria, é tornar presente e a inserção no projeto de Deus de comunicar sua vida divina e eterna às suas criaturas, homem e mulher, transformando o mundo pelo amor, realizado na vida comum do dia a dia, trazendo a paz e a vida plena para todos.

A grande mensagem apresentada por Mateus é a importância da genealogia entre os judeus. Pois ela representa a estrutura de três grupos. Cada grupo consta de catorze elos que mostram o desenvolvimento progressivo da história sagrada.

Pela genealogia a pessoa via a sua identidade. Via-se ligada à família e tribo. Por ela se pertencia ou não ao eleito. Porém, lendo o relato encontramos os nomes de quatro mulheres Tamar (cfr Gn 38 ). São mulheres estrangeiras, que de um ou outro modo se incorporam na história de Israel, para dizer que a salvação divina abarca toda a humanidade.

Cita-se personagens pecadores, mostrando que os caminhos de Deus são diferentes dos caminhos humanos. Através de homens cujo comportamento não foi reto Deus vai realizar os Seus planos de salvação. Ele nos salva, nos santifica e nos escolhe para fazer o bem, apesar dos nossos pecados e infidelidades. Tal é o realismo que Deus quis fazer constar na história da nossa salvação.

O povo vai parar em Babilônia fala-se em 2 Reg 24-2 5 para se cumpre a ameaça dos profetas ao povo de Israel e aos seus reis, como castigo da sua infidelidade aos mandamentos da Lei de Deus, especialmente ao primeiro.

Um aspecto a salientar é o fato de entre os Hebreus as genealogias fazer-se por via masculina. José, como esposo de Maria, era o pai legal de Jesus. A figura do pai legal é equivalente quanto a direitos e obrigações à do verdadeiro pai. Neste fato se fundamenta solidamente a doutrina e a devoção ao Santo Patriarca como padroeiro universal da Igreja, visto que foi escolhido para desempenhar uma função muito singular no plano divino da nossa salvação: pela paternidade legal de São José é Jesus Cristo Messias descendente de David.

Concluindo diremos que o relato do nascimento de Jesus ensina através do cumprimento da profecia de Isaías 7, 14 que Jesus é descendente de David pela via legal de José; que Maria é a Virgem que dá à luz segundo a profecia; e por último que Jesus Cristo saiu do seio materno sem detrimento algum da virgindade de Sua Mãe. Por isso, com louvores, celebramos a sempre virgem imaculada, concebida sem pecado.

2º Reflexão Apostólica:

 Assim como Deus escolheu Maria para que através dela Seu Filho viesse ao mundo como nossa salvação, também escolheu a cada um de nós, mesmo antes do nosso nascimento, apesar da nossa fraqueza, para que fôssemos portadores da Sua presença salvadora no meio da humanidade. Se, como Nossa Senhora, somos dóceis ao projeto de Deus na nossa vida, como ela, tornamo-nos mediadores da paz que todos procuram e que só se encontra em Jesus.

A exemplo de Maria, colaboremos, por amor, com os planos de Deus e tudo concorrerá a nosso favor. Ele, que nos chamou, nos capacitará com Sua graça a cumprir Sua vontade, levando-nos a fazer o bem para o qual nos predestinou, de modo que alcancemos a glória que para nós reservou. O fundamental é que, como a Mãe de Deus, coloquemos n’Ele a nossa confiança, buscando n’Ele nosso amparo, abandonando-nos nos Seus desígnios de amor.

Entendamos, contemplando a vida de Nossa Senhora, que, assim como o seu nascimento foi decisivo para que a salvação viesse ao mundo, a nossa existência também deve colaborar decisiva e positivamente com a história da humanidade.

Acreditemos que a nossa vida está dentro do grande mistério do amor providente de Deus, que tudo fez e faz para a felicidade do homem. Ele intervém na nossa historia, pela ação do Espírito Santo, para santificar a história de muitos.

É desta forma, através de nós, que Ele se faz perceber como Deus presente, Deus conosco, Aquele que nos livra do mal e nos faz experimentar a Sua bondade infinita.

Peçamos ao Senhor que nos ajude a entender que nascemos para que, através de nós, a Sua vida divina brote em muitos. Invoquemos o auxílio de Nossa Senhora e sigamos o seu exemplo de entrega nas mãos de Deus, de modo que nossa vida seja fecunda como a sua, gerando Cristo Jesus, a verdadeira felicidade, nos corações.

Que a nossa vinda ao mundo seja reconhecida como motivo de grande alegria, como o nascimento de Maria. Façamos o bem para o qual Deus nos fez, sendo abertos a ação do Seu Espírito e deixando que a Sua vontade se encarne em nós.


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