Publicado por: sidnei walter john | 29 de agosto de 2016

Evangelho do dia 31 de agosto quarta feira


31 agosto –  Se Gregório VII, filho de um pobre fabricante de barris, conseguiu revolucionar o mundo e fundar uma civilização nova sobre as ruínas do barbarismo, foi porque sentia o poder da “combinação” diária com o seu Deus, razão pela qual se tornava, de simples que era, homem de uma têmpera divina. (L 9 ). São jose Marello

31 ago Lucas 4, 38-44Leitura do santo Evangelho segundo São Lucas 4,38-44

Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava sofrendo, com muita febre. Intercederam a Jesus por ela. Então, Jesus se inclinou sobre ela e, com autoridade, mandou que a febre a deixasse. A febre a deixou, e ela, imediatamente, se levantou e pôs-se a servi-los. Ao pôr-do-sol, todos os que tinham doentes, com diversas enfermidades, os levavam a Jesus. E ele impunha as mãos sobre cada um deles e os curava. De muitas pessoas saíam demônios, gritando: “Tu és o Filho de Deus!” Ele os repreendia, proibindo que falassem, pois sabiam que ele era o Cristo. De manhã, bem cedo, Jesus saiu e foi para um lugar deserto. As multidões o procuravam e, tendo-o encontrado, tentavam impedir que ele as deixasse. Mas ele disse-lhes: “Eu devo anunciar a Boa Nova do Reino de Deus também a outras cidades, pois é para isso que fui enviado”. E ele ia proclamando pelas sinagogas da Judéia.  

Meditação:

Lucas reproduz, de maneira um pouco desencontrada, numa narrativa que já se encontrava no evangelho de Marcos onde Jesus já havia chamado seus quatro primeiros discípulos, particularmente Pedro (Simão), em cuja casa ele entra.

No evangelho de Lucas Jesus entra em casa de Pedro, sem contudo tê-lo chamado ainda. Também, em lugar de mencionar a Galiléia como sendo o espaço da proclamação de Jesus, Lucas a troca pela Judéia.

Lucas acentua o sofrimento da sogra de Simão Pedro e a autoridade de Jesus ao expulsar a febre; realça, assim, o caráter milagroso do evento. Jesus decide abandonar a Sinagoga. Por que razão não se diz. Mas, pelo que se pode entender, Ele quer transformar e fazer do ambiente familiar, simbolizado pela casa da sogra de Simão, no lugar de oração, de cura e libertação. De paz e justiça, de amor e partilha, de alegria e sucessos, de misericórdia e perdão. Faz do ambiente familiar o lugar de saúde e vida.

Portanto a casa, o lar, a família, é o lugar privilegiado para se construir a nossa sociedade. Assim, numa sociedade como a nossa onde o conceito de família está “vazio”, Cristo chama o casal cristão a ser estrutura sustentadora de uma família capaz de encontrar relações novas, não ditadas pela carne e o sangue, mas pela vida nova que Cristo confere pelo Batismo. Isto reduz o egoísmo, e faz com que cresça a caridade, dom do Espírito e se realize a Igreja doméstica.

Jesus toma conhecimento da doença que afeta os casais e aí ele foi, parou ao lado da cama dela e deu uma ordem à febre.

Este gesto apela primeiro pelo zelo apostólico dele e por outra chama-me como pastor de alma a visitar, entrar e abeirar-me dos leitos de muitos homens e mulheres que estão doentes e deitados sem forças para levantar a cabeça, o corpo e servir os seus como deveriam fazer.

Na casa a mulher, personificada na sogra de Simão, é valorizada na sua prática do serviço, que é a característica fundamental do Reino. Outro pormenor a considerar é que a cena narrada se passa num sábado, dia do culto na sinagoga.

Neste dia todo trabalho cessava, e só era permitido caminhar-se uma curta distância. Ao pôr-do-sol termina o dia do sábado, começando o primeiro dia da semana. É a introdução do domingo, o dia por excelência para nós cristãos.

O povo, liberado das restrições legais prefiguradas pelo sábado legal, que ao invés de salvar, condenava, de dar vida, matava, acorre a Jesus, que os cura, os liberta e salva. Esta deve ser a minha e a tua atitude, fazendo-te recordar o que refletimos ontem, nas culturas antigas, muitas doenças físicas e mentais eram atribuídas a um ser imaginário, o demônio. Jesus, porém, na sua prática, vai revelando que os males da humanidade resultam, principalmente, do poder opressor, da falta de carinho, amor, ternura, paz, justiça, reconciliação, diálogo, atenção e falta de Deus na comunidade-família que deveria ser construtora de vidas novas

Neste trabalho é preciso que a comunidade saiba que ela está a serviço de Deus e não a busca de privilégios ou de poder (e isto serve também para os evangelizadores). Que ela tenha as portas abertas para todos.

O nosso serviço é levar todos os enfermos, quer os da família de sangue quer não: todos os que tinham amigos enfermos, com várias doenças, os levaram a Jesus. Ele pôs as suas mãos sobre cada um deles e os curou.

Como apóstolos, somos enviados e ordenados para anunciar a Palavra de modo que trazendo todos os enfermos (quer corporais quer espirituais), eles possam ser curados e entendam Deus na Pessoa do Seu Filho, Jesus Cristo, que acolhe, liberta, perdoa e anuncia a verdade do Reino: a Vida Eterna.

Esta missão do Filho de Deus nos compromete e interpela a sermos o homem, a mulher que, acolhendo bons e maus, sejamos a mão, a braço, a boca, o coração e a mente de Cristo, convertendo-nos em discípulos e missionários do Mestre para que o mundo conheça a Verdade e conhecendo a Verdade possa salvar-se. Peçamos hoje a Deus o ardor missionário.

Reflexão Apostólica:

Enquanto que em Marcos a ação libertadora de Jesus resulta de seu ensino, em Lucas ela é apresentada como manifestação de poder milagroso messiânico.

A nossa reflexão de hoje divide-se em 3 momentos: uma tarde, uma noite e uma manhã com Jesus.

À tarde, Jesus visitou a sogra de Simão, seu futuro discípulo, e a curou de uma febre alta. Logo após, ela se pôs a servi-lo. Essa passagem já virou até motivo de piada, quando falam que foi por isso que Pedro negou Jesus 3 vezes…

A mensagem desse momento é muito “batida” e, apesar disso, pouco seguida… Quantas vezes Jesus nos curou, nos cura, e vai nos curar, mas nós não nos colocamos a servi-lo? A sogra de Simão o serviu do jeito que ela sabia e podia… não precisou fazer nada extraordinário… E nós? De que forma poderíamos servi-lo, agradá-lo?

À noite, todos os que tinham pessoas acometidas pelos mais diversos males, as levaram para Jesus impor as mãos. Jesus curou todas. A notícia da cura da sogra de Simão se espalhou rápido pela cidade, e cada um queria aproveitar a presença de Jesus para levar alguém que estava precisando de algo. Para o povo daquele lugar seria maravilhoso ter Jesus morando ali!

Ninguém mais ficaria doente por muito tempo! Jesus era como um médico novo em uma cidadezinha de interior… ou como um popstar visitando uma cidade grande… quem já presenciou uma situação assim, sabe do que eu estou falando.
Jesus deve ter ficado até altas horas da noite atendendo as pessoas, até alguém dizer: “Gente, tá bom, vamos deixar ele dormir também, não é? Ele é Filho de Deus…”

Se tivéssemos consciência de que Jesus é o Enviado do Pai para nos dar vida plena, nós nunca duvidaríamos de que Ele possa nos curar das nossas enfermidades, nos libertar do mal e nos fazer reviver, mesmo que estejamos à beira da morte.

A sogra de Pedro é um exemplo de que a qualquer momento e em qualquer circunstância nós também poderemos servir a Deus e à Igreja de Cristo.

Ninguém poderá afirmar que já não tem condições de vida nova, se realmente, confiar no poder de Jesus que se manifesta também, hoje, entre nós.

As doenças e os males que se nos apresentam, são na maioria das vezes, lamentos da nossa alma necessitada do toque de Jesus, da sua Palavra e da Sua orientação.
Ao nascer do sol, Jesus saiu e foi para um lugar deserto. Foi refletir, orar… E não é difícil saber o que Ele pensou… É muito bom a pessoa ser bem acolhida, mas se Ele ficasse lá, a Boa Nova não chegaria às outras cidades, nem teria atravessado gerações até chegar a nós.

A ação libertadora de Jesus, curando os doentes e expulsando os demônios, se faz tanto no ambiente doméstico da “casa” como em ambiente público, entre as multidões.

As pessoas de lá, não queriam deixá-lo partir, mas Ele tinha que ir. Jesus tinha um grande projeto de vida, e não deixou que as comodidades o tirassem da sua missão. Assim, devemos aprender com Ele…

Deus tem grandes planos para a nossa vida! Nos deu dons! Nos dá tudo o que pedimos, nos cura e nos livra de qualquer mal.

Quantas vezes Ele ainda vai precisar nos curar para que nos coloquemos a servi-lo? Do nosso jeito, com nossas limitações… Até quando vamos continuar escolhendo o mais cômodo, e deixando de lado o grande projeto que Deus tem para a nossa vida?

Jesus resume e essência e o espírito da vida humana num ato único com duas faces inseparáveis:amar a Deus com entrega total de si mesmo, porque o Deus verdadeiro e absoluto é um só e, entregando-se a Deus, o homem desabsolutiza a si mesmo, o próximo como a si mesmo, isto é, a relação num espírito de fraternidade e não de opressão ou de submissão.

O dinamismo da vida é o amor que tece as relações entre os homens, levando todos aos encontros, confrontos e conflitos que geram uma sociedade cada vez mais justa e mais próxima do Reino de Deus.

A Boa Nova do Reino que Jesus anunciou aqui na terra é a Boa Notícia que nós devemos transmitir a todos: “Jesus, o filho de Deus, está muito perto de nós.

Mora no nosso coração e nos quer curar de todos os males, hoje, como antes”. Jesus não se prendia a lugar nenhum, Ele não tinha predileções.

Por isso, ao raiar do sol… coloquemo-nos no em deserto por alguns minutos, e reflitamos sobre o grande plano que Deus tem para nós, mas que está ameaçado pela comodidade da vida… QUANTO MAIOR O INVESTIMENTO, MAIOR O RETORNO…

Enfim, começa o mês da bíblia. Um mês onde, de forma especial, somos convidados a rever nossas ações e gestos perante a Deus, aos irmãos e a nós mesmos usando como filtro a palavra de vida que vem do Evangelho.

Você já teve alguma experiência de cura ou de libertação?- Depois que você foi curado (a), você foi também servir a Jesus? Você acha que já fez muito e que precisa de descanso? Você costuma se apegar aos grupos e pessoas? Você é uma pessoa que aceita mudanças ou é uma pessoa acomodada?
Propósito:

Pai, que a presença de Jesus em minha vida seja motivo de libertação, de modo que eu possa servir com alegria o meu próximo, especialmente, os mais necessitados.

2º Meditação: 

Lucas segue a mesma seqüência de Marcos, articulando a saída de Jesus da sinagoga com a entrada na casa de Simão (Pedro), indicando a nova prática de Jesus.

Ele acentua o sofrimento da sogra de Simão Pedro e a autoridade de Jesus ao expulsar a febre; realça, assim, o caráter milagroso do evento. Jesus decide abandonar a Sinagoga. Por que razão não se diz. Mas, pelo que se pode entender, Ele quer transformar e fazer do ambiente familiar, simbolizado pela casa da sogra de Simão, no lugar de oração, de cura e libertação. De paz e justiça, de amor e partilha, de alegria e sucessos, de misericórdia e perdão. Faz do ambiente familiar o lugar de saúde e vida.

A casa, o lar, a família, é o lugar privilegiado para se construir a nossa sociedade. Assim, numa sociedade como a nossa onde o conceito de família está “vazio”, Cristo chama o casal cristão a ser estrutura sustentadora de uma família capaz de encontrar relações novas, não ditadas pela carne e o sangue, mas pela vida nova que Cristo confere pelo Batismo. Isto reduz o egoísmo, e faz com que cresça a caridade, dom do Espírito e se realize a Igreja doméstica.

Jesus toma conhecimento da doença que afeta os casais e aí ele foi, parou ao lado da cama dela e deu uma ordem à febre. Este gesto apela primeiro pelo zelo apostólico dele e por outra chama-me como pastor de alma a visitar, entrar e abeirar-me dos leitos de muitos homens e mulheres que estão doentes e deitados sem forças para levantar a cabeça, o corpo e servir os seus como deveriam fazer.

Na casa a mulher, personificada na sogra de Simão, é valorizada na sua prática do serviço, que é a característica fundamental do Reino.

Outro pormenor a considerar é que a cena narrada se passa num sábado, dia do culto na sinagoga. Neste dia todo trabalho cessava, e só era permitido caminhar-se uma curta distância.

Ao pôr-do-sol termina o dia do sábado, começando o primeiro dia da semana. É a introdução do domingo, o dia por excelência para nós cristãos.

O povo, liberado das restrições legais prefiguradas pelo sábado legal, que ao invés de salvar, condenava, de dar vida, matava, acorre a Jesus, que os cura, os liberta e salva.

Esta deve ser a nossa atitude. Como vimos ontem, nas culturas antigas, muitas doenças físicas e mentais eram atribuídas a um ser imaginário, o demônio. Jesus, porém, na sua prática, vai revelando que os males da humanidade resultam, principalmente, do poder opressor, da falta de carinho, amor, ternura, paz, justiça, reconciliação, diálogo, atenção e falta de Deus na comunidade-família que deveria ser construtora de vidas novas.

Neste trabalho é preciso que a comunidade saiba que ela está a serviço de Deus e não a busca de privilégios ou de poder (e isto serve também para os evangelizadores).

Que a comunidade tenha as portas abertas para todos. O meu e o teu serviço é levar todos os enfermos, quer os da família de sangue quer não: todos os que tinham amigos enfermos, com várias doenças, os levaram a Jesus. Ele pôs as suas mãos sobre cada um deles e os curou.

Como apóstolos, somos enviados para anunciar a Palavra de modo que trazendo todos os enfermos (quer corporais quer espirituais), eles possam ser curados e entendam Deus na Pessoa do Seu Filho, Jesus Cristo, que acolhe, liberta, perdoa e anuncia a verdade do Reino: a Vida Eterna.

Esta missão do Filho de Deus nos compromete e interpela a sermos o homem, a mulher que, acolhendo bons e maus, sejas a mão, a braço, a boca, o coração e a mente de Cristo, convertendo-te em discípulo e missionário do Mestre para que o mundo conheça a Verdade e conhecendo a Verdade possa salvar-se.

Peçamos hoje a Deus o ardor missionário.

 Reflexão Apostólica:

Jesus nunca perdeu o foco do seu serviço. A notoriedade, a fama e sua popularidade não o encantavam ou o cegava ao ponto de desviar-se do seu objetivo maior: anunciar a TODOS a Boa Nova.

Semana passada acompanhamos pela TV a preocupação do povo americano com um furacão que rondava suas cidades e hoje passada a tormenta vemos a outra preocupação nessas cidades afligidas pelos ventos e pelas chuvas: voltar a funcionar!

Os órgãos americanos após as chuvas, vendo que o mal já havia passado, rapidamente avaliaram os estragos, e assim rapidamente liberaram os aeroportos e metrôs para voltarem a funcionar. O que isso tem haver com o Evangelho?

Quantas tempestades e furacões fomos assolados? Quantas vezes vimos ou presenciamos nosso mundo girar e nós, indefesos e impotentes, não podíamos fazer nada? Mas ela vai passar! Mas quando passar, o que vou fazer? “(…) A febre saiu da mulher, e, no mesmo instante, ela se levantou e começou a cuidar deles”.

O conhecimento do povo era pequeno sobre os males que o assolavam sendo assim comum declarar que seu sofrimento estava relacionado a maus espíritos. Não podemos esquecer que naquela região a influência de outras culturas e credos favorecia esse tipo de prática. Até mesmo na idade média, muitos e muitos anos após Jesus ter vindo, muitas pessoas acometidas por males inexplicáveis à época como a epilepsia, eram vistos como possessos.

Possessões sim eram possíveis e foram muitas vezes relatadas na bíblia, mas nem tudo que nos acontece é motivado por isso, então por que vemos nessas pequenas igrejas uma ênfase a possessão e não a cura? Por que vemos as pessoas culpando os demônios por sua falta de conduta ou de fidelidade? Nossa como é fácil dizer que fez aquilo, pois um “demônio” o possuía; como é fácil dizer após um atentado, um massacre como aqueles que vemos na TV que uma voz dizia para fazê-lo?

Sejam quais forem os motivos que me trouxeram a tempestade devem me levar após a tormenta, como o governo americano, a avaliar os estragos e mais que rapidamente permitir que meus trens e aviões voltem a andar. Uma tempestade que passou não pode me impedir de voltar a sonhar (aviões) e a continuar andando (trens).

O que me chama atenção no gesto da sogra de Pedro que ela não se preocupa com a doença de que fora curada, pois de imediato passa a ajudar. Sua postura revela a verdadeira gratidão daquele que ouve a Palavra de Deus mudar sua vida.

Furacões virão em nossas vidas, mas a única certeza que devo ter é que após passar continuarei tendo coragem em reconstruir. Talvez hoje a doença impeça alguns de abrir seus aeroportos para voltar sonhar, mas saibam, mesmo aquele que esta confinado num leito tem seu pensamento livre. A esperança voa e sofre com a força dos ventos, mas da fé brota a paz.

Em especial hoje, que Deus esteja na casa de umas pessoas de nossa comunidade que sofrem com a força dos ventos. Abra-se para voar! Não desistam de andar!

Fácil ser cristão sadio!  A fé de vocês, em meio aos ventos, e a vontade de continuar servindo, como a sogra de Pedro, me convencem que vale a pena continuar acreditando.

Propósito: Farei atos de fé, na certeza de que o Senhor pode libertar todos os males, mesmo aqueles difíceis para vencer.       


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