Publicado por: sidnei walter john | 23 de agosto de 2016

Evangelho do dia 25 de agosto quinta feira


25 agosto Trata-se de combater sem trégua o espírito de relaxamento que tenta intrometer-se em tudo. Ele destrói fatalmente os melhores projetos e os mais nobres propósitos. Querer sempre, custe o que custar! (L 9). SÃO JOSE MARELLO

25 agos mateus 24, 42-51Mateus 24, 42-51.

Naquele tempo, Jesus disse aos seus discípulos:  “Vigiai, pois, porque não sabeis a hora em que virá o Senhor. Sabei que se o pai de família soubesse em que hora da noite viria o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a sua casa. Por isso, estai também vós preparados porque o Filho do Homem virá numa hora em que menos pensardes. Quem é, pois, o servo fiel e prudente que o Senhor constituiu sobre os de sua família, para dar-lhes o alimento no momento oportuno? Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, na sua volta, encontrar procedendo assim! Em verdade vos digo: ele o estabelecerá sobre todos os seus bens. Mas, se é um mau servo que imagina consigo: – Meu senhor tarda a vir, e se põe a bater em seus companheiros e a comer e a beber com os ébrios, o senhor desse servo virá no dia em que ele não o espera e na hora em que ele não sabe, e o despedirá e o mandará ao destino dos hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes. “

1º Meditação:

Este texto de Mateus é a conclusão do “discurso escatológico”, sobre o fim dos tempos. Este “discurso” é uma coleção de textos que se constituíram como tradição das comunidades de discípulos de Jesus.

Jesus pede aos seus discípulos que vivam em atitude de vigilância esperando Sua vinda. A parábola que lemos hoje é dedicada aos homens que têm uma responsabilidade ou cargo público na comunidade em que vivem. Essa parábola serve para que eles vejam que suas atitudes de vigilância e zelo consistem no cumprimento de seus deveres.

Não pensemos que esperar Jesus seja simplesmente assumir uma atitude de santidade para nós mesmos, fechando-nos e isolando-nos do mundo real, que necessita de nós para ser um espaço melhor de convivência.

Jesus chega a nós constantemente nas várias realidades, e temos de estar preparados com a oração, a partir de uma atitude de conversão sempre aberta à mudança, a partir da justiça e da misericórdia, para reconhecê-lo vivo e presente.

Estejam vigilantes é estar buscando constantemente a construção do reino de Deus, em nossa família, em nossa comunidade, em nosso trabalho e em outras realidades que fazem parte de nosso universo cotidiano. Deus chega no simples, por meio do que às vezes não conta para nós; no pequeno se mostra grande, no simples se revela extraordinário.

Hoje, como cristãos, devemos de chegar a reconhecer Jesus como a fonte da qual emerge nossa vocação e serviço para a comunidade. Jesus vem constantemente à nossa vida de uma maneira muito concreta, nos mais necessitados de sua misericórdia; e não somente nos pobres, marginalizados, excluídos e enfermos, mas também naqueles que buscam uma palavra de compreensão de ânimo, de esperança, e serem ouvidos, valorizados e respeitados.

Me fazes perceber Senhor que toda minha vida cristã tem que se caracterizar por uma atitude de vigilância fundamentada na esperança. Temos sempre que estar à espera de Jesus Cristo que veio ao mundo, que morreu e ressuscitou por nós, e que vem ao nosso encontro através dos sacramentos. Na hora da nossa morte temos de estar preparados para encontrar com Cristo.

À luz do Evangelho me dou conta de que o ladrão é o mal que se introduz com habilidade e com astúcia em nossas vidas e pode chegar a ferir a alma, o  Senhor me previne, pede que eu esteja sempre em vigília para que isso não ocorra. Tenho que entender tudo isso muito bem, e com Tua recomendação, Senhor, me dou conta que, sozinho, eu não posso cuidar nem defender minha casa. Mas tenho a segurança de contar com a ajuda do Espírito Santo – melhor guia não há em nossas vidas.

Te dou graças Senhor, pela oportunidade que ainda me concedes: a de preparar bem o encontro que terei Contigo ao final de minha vida. Não há melhor preparação que contar com a ajuda do Espírito Santo para me empenhar por conhecê-Lo cada vez mais e assim amar-Te, gravando Teu rosto em minha alma. A fidelidade aos Teus ensinamentos, a vida sacramental, a oração, o esforço em viver as virtudes e o amor ao meu próximo serão decisivos para que eu tenha um bom, feliz e definitivo encontro Contigo, Senhor.

Reflexão apostólica:

Já pensou se você recebesse um e-mail agora de uma pessoa perigosa  dizendo que a sua morte  seria amanhã às 15 horas?  Ou se o seu médico  lhe esse um mês de vida?  Ou se num julgamento o juiz tenha lhe condenado a pena e morte? Como você estaria agora? Sentado na varanda tomando uma cerveja geladinha na maior tranqüilidade? Acho que não! Você estaria apavorado(a). Já teria tomado todas as providências possíveis: Jurídicas,  religiosas, sociais, econômicas e familiares.

Já teria registrado queixa na delegacia? Já teria se confessado? Já telefonou para todos os amigos se despedindo ou recomendando a algum cuidado para com a sua família? Já explicou tudo em casa, sobre a herança, sobre a segurança do prédio, etc? Ou não teria feito nada disso?  Porque você está em pânico, moleque!  Você vai morrer. Esqueceu?

Realmente não seria uma boa idéia a gente ficar sabendo o dia e a hora em que vamos morrer. É por isso que Deus nos poupou desse terrível sofrimento.

Do mesmo modo, se você ficasse sabendo que existem uns ladrões planejando invadir a sua residência hoje à noite, ou assaltar a sua loja, na terça de manhã… Você tomaria todas as providências para impedir isso e, principalmente, para prender os bandidos.

No evangelho e hoje, Jesus nos adverte sobre o fim dos tempos. Trata-se da vigilância e do julgamento final, com a condenação de quem não está preparado  e a salvação daqueles que estiverem em estado e graça no dia de sua morte.

É uma visão escatológica que teve origem no Primeiro Testamento, em que prevalece a figura do Deus poderoso e punitivo.

Aqui, vemos a ação  amorosa de Jesus nos prevenindo para que não sejamos pegos de surpresa  no último momento e nossa vida.

Vamos estar sempre prevenidos, praticando o bem e evitando tudo que nos afasta de Deus e do merecimento da vida eterna, quando chegar a nossa hora. E cuidando sempre para que estejamos  em permanente estado de graça.

Cometeu um pecado, a consciência lhe deu o sinal de alerta? Procure um sacerdote imediatamente para uma confissão.   Vai viajar, ou se aventurar em qualquer atividade perigosa? Primeiro certifique-se com um bom exame de consciência se você não estaria precisando de uma confissão.

É isso aí. Viver hoje como se fosse morrer amanhã, e aprender agora como se fosse viver para sempre.

Vigiar é para o apóstolo a atitude dinâmica e responsável ao serviço da missão da Igreja de Cristo. Vigiar é estar atendo à vontade do Pai que quer que todos sejam um, sem privilegiados e excluídos. Estar sensível às necessidades de nossos irmãos, de modo a assumirmos o serviço como realização pessoal e partilha da vida.

Propósito:

Esperar o Senhor cumprindo fielmente meus deveres pessoais, familiares e sociais. Pai, faze de mim um servo fiel e prudente, disposto a pautar toda a sua vida pelos ensinamentos de teu Filho Jesus. Que eu jamais seja insensato!

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“Faz Senhor, que eu não desanime nem durma. E que meu Espírito esteja sempre desperto e em vigília, esperando Tua chegada. Porque o Senhor há de vir” (P. Marciel Macial, L.C. Saltério dos meus dias XII, 2.)

2º MEDITAÇÃO

Meditação:

(…) Duas virtudes nos são colocadas pelo Evangelho de hoje: fidelidade e prudência. Servo fiel é aquele que não precisa ser vigiado o tempo todo a fim de realizar tudo o que é da sua competência, é aquele que merece a confiança do seu senhor, o que não quer dizer submissão cega e inconseqüente, mas sim a pessoa ser totalmente responsável por aquilo que faz. Prudência significa agir com cautela, procurando evitar todo tipo de erro, fugindo de todo mal, principalmente do pecado e de suas conseqüências, o que não quer dizer covardia e medo, mas sim uma busca de maior consciência dos próprios atos.“ (CNBB)

Este texto de Mateus é a conclusão do “discurso escatológico”, sobre o fim dos tempos. Este “discurso” é uma coleção de textos que se constituíram como tradição das comunidades de discípulos de Jesus. Tais textos escatológicos estão presentes, também, nos evangelhos de Marcos e Lucas.

No de hoje, encontramos os temas da vigilância e do julgamento final, com a condenação de alguns em contraposição à salvação de outros. Esta visão escatológica tem origem no Primeiro Testamento, em que prevalece a figura do Deus poderoso e punitivo. O estímulo à ação é o temor. Com a revelação do Deus de amor, em Jesus, predomina a perspectiva da sedução pela ternura e mansidão do coração. Com a encarnação, realiza-se a presença do Deus de amor no tempo presente.

Trazemos dentro de nós um desejo e um anseio de eternidade. Por isso nos confundimos achando que permaneceremos para sempre instalados aqui neste mundo. Jesus nos exorta para que fiquemos vigilantes quanto ao fato da brevidade da nossa vida.

Na verdade, estamos aqui apenas estagiando e necessitamos ter consciência do valor do nosso tempo e das descobertas que, a todo o momento, nós fazemos em relação ao projeto de Deus para bem vivermos a nossa existência terrena.

Precisamos então todos os dias pesar, medir e contar os nossos atos, as nossas intenções, pedindo ao Senhor graças para que sejamos encontrados no nosso posto quando Jesus voltar.

Nunca chegará o dia em que nós poderemos descansar e nos refestelar achando que já cumprimos toda a nossa missão. A cada dia o Senhor nos mostra algo novo para vivenciarmos e nos renova a fim de que possamos assumir a obra que Ele nos destinou.

O nosso compromisso com Deus é em relação ao nosso irmão e o amor que vivermos será o parâmetro da fidelidade da nossa vida. “Por isso, também, fiquemos preparados,” porque é esta a mensagem do Senhor hoje para nós!

Você costuma se perturbar quando lhe falam da morte? Você tem desejo de eternidade? Será que seria bom viver somente aqui para esta vida: o que você acha disso? Você é vigilante? O que você espera do seu futuro? O que você acha que Deus ainda vai entregar a você, como compromisso?

Lembre-se! Para nós cristãos a vigilância tem um novo sentido. É estar atento às necessidades dos irmãos, particularmente os mais carentes, na busca da justiça.

No serviço e na partilha da vida, entra-se em comunhão com o próprio Jesus, hoje presente entre os irmãos. Hoje temos duas parábolas na forma comparativa, exortando à vigilância.

A motivação é a expectativa da volta do Senhor. Enquanto é aguardada esta volta deve-se vigiar, para não ser pego de surpresa.

Esta expectativa da “volta do Senhor” foi se frustrando com o tempo, dando lugar à visão mais realista do encontro com Jesus, já presente entre nós, no nosso próximo e irmão, principalmente nos mais carentes e necessitados. Vigiar é estar atento à vontade do Pai que quer que todos sejam um, sem privilegiados e excluídos.

Temos aqui um texto típico de Mateus sobre o fim dos tempos. E por isso, devemos estar sensível, ou seja, atentos às necessidades de nossos irmãos, sobretudo os mais simples, humildes e excluídos, de modo a assumirmos o serviço como realização pessoal e partilha da vida para com eles, a fim de que eles nos venham a receber no reino dos Céus. São duas parábolas na forma comparativa, exortando à vigilância.

A motivação é a expectativa da volta do Senhor. Enquanto é aguardada esta volta deve-se vigiar, para não ser pego de surpresa.

Esta expectativa da “volta do Senhor” foi se frustrando com o tempo, dando lugar à visão mais realista do encontro com Jesus, já presente entre nós, no nosso próximo e irmão, principalmente nos mais carentes e necessitados. Vigiar é estar atento à vontade do Pai que quer que todos sejam um, sem privilegiados e excluídos.

É estar sensível e disponível para atender às necessidades de nossos irmãos, de modo a assumirmos o serviço como realização pessoal e partilha da vida.

 Reflexão Apostólica:

Já pensou se você recebesse um e-mail agora de uma pessoa perigosa  dizendo que a sua morte  seria amanhã às 15 horas?  Ou se o seu médico  lhe esse um mês de vida?  Ou se num julgamento o juiz tenha lhe condenado a pena e morte? Como você estaria agora? Sentado na varanda tomando uma cerveja geladinha na maior tranqüilidade? Acho que não! Você estaria apavorado(a). Já teria tomado todas as providências possíveis: Jurídicas,  religiosas, sociais, econômicas e familiares.

Já teria registrado queixa na delegacia? Já teria se confessado? Já telefonou para todos os amigos se despedindo ou recomendando a algum cuidado para com a sua família? Já explicou tudo em casa, sobre a herança, sobre a segurança do prédio, etc? Ou não teria feito nada disso?  Porque você está em pânico, moleque!  Você vai morrer. Esqueceu?

Realmente não seria uma boa idéia a gente ficar sabendo o dia e a hora em que vamos morrer. É por isso que Deus nos poupou desse terrível sofrimento.

Do mesmo modo, se você ficasse sabendo que existem uns ladrões planejando invadir a sua residência hoje à noite, ou assaltar a sua loja, na terça de manhã… Você tomaria todas as providências para impedir isso e, principalmente, para prender os bandidos.

No evangelho e hoje, Jesus nos adverte sobre o fim dos tempos. Trata-se da vigilância e do julgamento final, com a condenação de quem não está preparado  e a salvação daqueles que estiverem em estado e graça no dia de sua morte.

É uma visão escatológica que teve origem no Primeiro Testamento, em que prevalece a figura do Deus poderoso e punitivo.

Aqui, vemos a ação  amorosa de Jesus nos prevenindo para que não sejamos pegos de surpresa  no último momento e nossa vida.

Vamos estar sempre prevenidos, praticando o bem e evitando tudo que nos afasta de Deus e do merecimento da vida eterna, quando chegar a nossa hora. E cuidando sempre para que estejamos  em permanente estado de graça.

Cometeu um pecado, a consciência lhe deu o sinal de alerta? Procure um sacerdote imediatamente para uma confissão.   Vai viajar, ou se aventurar em qualquer atividade perigosa? Primeiro certifique-se com um bom exame de consciência se você não estaria precisando de uma confissão.

É isso aí. Viver hoje como se fosse morrer amanhã, e aprender agora como se fosse viver para sempre.


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