Publicado por: sidnei walter john | 15 de agosto de 2016

Evangelho do dia 15 de agosto segunda feira


15 – Assunção da Bem aventurada Virgem Maria – Aniversário da Crisma de São José Marello (1855).

Os sofrimentos são o começo da união com o Amor Eterno, mas somente a morte pode torná-la perfeita e indissolúvel. (L 232). São Jose Marello

15 agos mateus 19, 16-22Mateus 19,16-22

Certa vez um homem chegou perto de Jesus e perguntou:
– Mestre, o que devo fazer de bom para conseguir a vida eterna?
Jesus respondeu:
– Por que é que você está me perguntando a respeito do que é bom? Bom só existe um. Se você quer entrar na vida eterna, guarde os mandamentos.
– Que mandamentos? – perguntou ele.
Jesus respondeu:
– “Não mate, não cometa adultério, não roube, não dê falso testemunho contra ninguém, respeite o seu pai e a sua mãe e ame os outros como você ama a você mesmo.”
– Eu tenho obedecido a todos esses mandamentos! – respondeu o moço. – O que mais me falta fazer?
Jesus respondeu:
– Se você quer ser perfeito, vá, venda tudo o que tem, e dê o dinheiro aos pobres, e assim você terá riquezas no céu. Depois venha e me siga.
Quando o moço ouviu isso, foi embora triste, pois era muito rico.
 

1º Meditação: 

(…) Deus nos ama com amor eterno e, por isso, quer relacionar-se conosco. A partir disso, devemos perceber qual é o verdadeiro sentido da religião. O que caracteriza o verdadeiro cristão não é a mera observância dos mandamentos, mas a busca da perfeição que está no seguimento de Jesus, portanto no relacionamento com ele. Porém, existem valores deste mundo que se tornam obstáculo para este relacionamento, como é o caso dos bens materiais, que impediram o jovem de buscar livremente a vida eterna e a perfeição, através da caridade e do seguimento de Jesus, embora observasse todos os mandamentos”. (CNBB)

Está em questão a opção entre os dois senhores: o dinheiro ou Deus. As observâncias religiosas podem ser um primeiro passo. O passo decisivo, a novidade do Reino, é a renúncia às riquezas e o seguimento de Jesus, onde o amor é levado à perfeição.

No Evangelho de hoje vemos Jesus na reta final do seu ministério terreno. Está decidido a caminhar para Jerusalém a fim de consumar o Mistério Pascal, ou seja, Paixão, Morte e Ressurreição. Entretanto, um jovem, corre atrás d’Ele e, ajoelhando-se diante do Mestre, soltou aquilo que estava entalado no coração: Que farei para herdar a vida eterna?

Esta pergunta é nossa também. Pois todos nós queremos ir para o céu. Aliás, o instinto natural do homem é a vida eterna! Portanto, nada absolutamente preenche este vazio da alma que nasce no coração do homem, logo a seguir a expressão de Adão e Eva no paraíso das delícias celestiais. Mas afinal quem era este jovem?

A Sagrada Escritura não diz quem era e nem como se chamava, tão pouco onde morava e quem eram os seus pais. Mateus 19,16 diz somente “alguém”. Marcos 10,17 – apenas um “homem”. Lucas 18,18 “Certo homem de posição”.

Todavia, tudo indica que era alguém delicado e educado mui reverente (Mc 10,17) diz que “ajoelhou-se diante de Jesus”. Mateus 19,20 refere-se a esse homem como “jovem”.

Não interessa saber quem era senão a preocupação dele pela vida eterna. O que vemos nos textos citados é que procurou Jesus. Procurar Jesus como fonte da salvação nossa deve ser a mola impulsionadora das nossas buscas de realizações. Visto que somente n’Ele e por Ele temos a vida em plenitude.

Pelo que acabamos de ver no texto, este jovem tinha boas e excelentes qualidades. Só lhe faltava o essencial: “a vida eterna”. Ele sabia muito bem que essa vida estava com Jesus, o Filho de Deus. (Jo 10,10). Como vimos não adianta almejar a “vida eterna”, ansiar por ela. É necessário que a possuamos. É preciso que procuremos esta vida em Jesus Cristo.

O moço rico era um zeloso guardador da lei. Disse Jesus que era fiel guardador da lei. Respeitava os mandamentos e estatutos ordenados pelo Senhor Todo-poderoso. Por exemplo, respondendo a Jesus que lhe pediu “guardar os mandamentos” disse: Não mato; Não adultero; Não furto; Não defraudo; Não dou falso testemunho; Honro pai e mãe.

Diga-se de passagem, o jovem era mesmo rico. Veja como os evangelistas narram a sua situação: Mt 19,22 – “era muito rico”. Mc 10,22 – “dono de muitas propriedades”. Lc 18,23 – “era riquíssimo”. Porém, como cristão ele tinha tudo e nada tinha.

Os bens da terra evaporam. “que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma”. O que vou dizer pode te parecer contradição: Apesar das riquezas, ele era pobre, tinha nada. O jovem possuía tudo, menos a vida. E quem não tem vida não existe e se não existe não tem algo. Porque é pela vida que eu entro em contato com as coisas. Pela pergunta que fez a Jesus “que hei de fazer para herdar a vida eterna?”, infere-se que não a possuía. E nem sequer existia. E por causa da ausência da vida, o jovem que tinha tudo, desde a guarda dos mandamentos de Jesus até a fabulosa quantidade de dinheiro, corre atrás de Jesus a procura da vida para poder viver e consequentemente ter Vida eterna.

A partir da situação do jovem devemos ver que a vida eterna não se alcança por dinheiro; nem zelo pelos estatutos de Deus; nem pela guarda de lei; nem praticar alguma coisa boa. Pois priorizando estas coisas podes estar perdido, perdida como este jovem. Aliás o próprio Jesus nos adverte que lhe adiantam os tesouros deste mundo, se não tivermos a vida eterna em Deus e com Ele?

No diálogo com o moço Jesus o levou a uma decisão. Jesus e o moço chegaram a dois caminhos diferentes. Quer Jesus ou as riquezas, Jesus ou a simples guarda dos mandamentos? Jesus ou as delícias deste mundo? Estas perguntas eu as faço para que tu reflitas a tua situação. Temos na Palavra de Deus, pessoas que firmam sua decisão. Cada um é livre em tomar o seu caminho. Aceitar a Jesus como fonte de vida eterna ou o diabo como caminho da perdição eterna. O que tu preferes? Jesus ou o cigarro? Jesus ou a cachaça? Jesus ou as falsas doutrinas? Jesus ou o dinheiro? Jesus ou os encontros deste mundo que se encontram no maligno?

Não esqueçamos que o moço rico estava a um passo da vida eterna. Uma só coisa lhe faltava, remover o ídolo dinheiro do seu coração e seguir Jesus. Quando ouviu de Jesus, falta-te uma coisa – uma somente: Vende tudo, dá aos pobres, volta a seguir a Jesus, não quis e se foi embora triste. Como soam estas palavras em ti: Vende tudo o que tens, dê aos pobres o que tens e terás a vida eterna?

Felizmente, são Mateus nos faz gravada a figura e a atitude do coração deste jovem: ao ouvir as palavras de Jesus, retirou-se triste por ser dono de muitas propriedades. Retirou-se triste, não quis Jesus, ficou com o dinheiro e perdeu a vida eterna que tanto almejava. E nós, queremos fazer o mesmo? Vamos preferir ficar com os bens terrenos a ganhar a vida eterna? Não nos atrapalhemos com este mundo passageiro.
Não é proibido ao Cristão ter bens materiais, muito ou pouco, o que é perigoso é colocar a segurança e esperança de viver bem e ser Feliz, apenas naquilo que tem e não naquilo que se é.

Quando entendemos isso temos com as pessoas uma relação de igualdade, e sabemos partilhar com elas tudo o que somos e o que temos.

Tudo na vida do Discípulo deve ser repartido com o próximo, menos o coração que deve ter um único Dono e Senhor: Jesus Cristo, Aquele que deu tudo de si para os outros, inclusive a própria Vida.

1º Reflexão Apostólica:

Qual seria a maior “decepção” do jovem rico após a conversa com Jesus? Será que alguém que seguia os mandamentos desde criança teria realmente dificuldade em vender tudo e seguir Jesus? Será que conseguimos imaginar que de repente o problema não era o quanto de riquezas possuía e sim o apego a elas?

Mateus tinha uma percepção diferente de Lucas, pois pertenceu a uma classe mais rica e poderosa. É justamente Mateus o apóstolo que narra a parábola do tesouro encontrado, que provavelmente chamou sua atenção por ser aquilo que viveu na pele: Um rico que encontrou o tesouro e vendeu tudo para segui-lo.

O evangelista dessa vez empenha-se em narrar um rapaz, que como ele, encontra O tesouro, no entanto tem uma postura bem diferente do autor desse evangelho. “(…) Quando o moço ouviu isso, foi embora triste”. Na verdade, aos meus olhos, o problema não era o dinheiro e sim o apego a ele. De fato existem outros apegos que nos fazem voltar a trás e também desistir do tesouro.

Alguns se apegam a elogios, “tapinhas nas costas”, reconhecimento; outros a posições de destaque, cargos, chefias; outros, porém, a coisas que de fato não possuem valor algum. Quanta gente se aproveitam dos ensejos políticos para lograr êxito através de “favores” nada legais esquecendo que essa atitude, que lhe beneficia, pode levar a muita gente a ser prejudicada.

Um sábio frei, primeiro SCE da minha Equipe, há quase 40 anos, disse que o pior pecado é o social. Que adianta seguir os mandamentos e ver meu irmão sofrer por meu egoísmo?

Não se engane! Deus conhece bem esses frutos!

Sim, é deprimente o que fazemos para ascender de status, de posição, de situação: Mentimos, dissimulamos, omitimos…

O engajamento político se faz necessário para tirarmos das esferas de decisão os maus representantes, mas é duro de admitir que muitas vezes somos nós mesmos, os  “cristãos”, que os colocamos naquele lugar e mais duro ainda de admitir que tudo porque não me desapeguei das coisas menores.

Se temos desigualdades sociais gritantes uma parcela da culpa é nossa, que seguimos os mandamentos, mas não desapegamos dos benefícios. Trocamos a vida das pessoas por um cargo para esposa, um milheiro de tijolos, duas janelas… Falar de Deus e agir assim é hipocrisia. A parábola do jovem rico é muito atual, pois ela esta batendo em nossa porta todos os dias.

Talvez a reflexão tenha sido dura, mas creio também em duas coisas:

1)  Somente voltará triste quem esta vivendo isso e não tem força para se desapegar ou;

2) Quem torce a boca, fecham os ouvidos e tentam calar a voz do profeta, não conseguirão êxito, pois creio profundamente que as pedras gritarão.

(…) Do meio da multidão, alguns dos fariseus interpelaram Jesus: ‘Mestre, repreende teus discípulos’! Ele, porém, respondeu: ‘Eu vos digo: se eles se calarem, as pedras gritarão’”. (Lc 19,39-40)

Propósito:

Pai, quero estar sempre em comunhão contigo, pois só tu és Bom. Que eu possa, assim, conhecer a tua vontade e colocá-la em prática, pois este é o caminho da salvação.

2º Meditação:

No Evangelho de hoje vemos Jesus na reta final do seu ministério terreno. Está decidido a caminhar para Jerusalém a fim de consumar o Mistério Pascal, ou seja, Paixão, Morte e Ressurreição. Entretanto, um jovem, corre atrás d’Ele- ajoelhando-se diante do Mestre, soltou aquilo que estava entalado no coração: Que farei para herdar a vida eterna? Esta pergunta é nossa também. Pois todos nós queremos ir para o céu. Aliás o instinto natural do homem é a vida eterna!

Portanto, nada absolutamente preenche este vazio da alma que nasce no coração do homem, logo a seguir a expressão de Adão e Eva no paraíso das delícias celestiais. Mas afinal quem era este jovem?

A Sagrada Escritura não diz quem eram e nem como se chamava, tão pouco onde morava e quem eram os seus pais. Mateus 19,16 diz somente “alguém”. Marcos 10,17 – apenas um “homem”. Lucas 18,18 “Certo homem de posição”. Todavia, tudo indica que era alguém delicado e educado mui reverente (Mc 10,17) diz que “ajoelhou-se diante de Jesus”. Mateus 19:20 refere-se a esse homem como “jovem”.

Não interessa saber quem eram senão a preocupação dele pela vida eterna. O que vemos nos textos citados é que procurou Jesus. Procurar Jesus como fonte da salvação nossa deve ser a mola impulsionadora das nossas buscas de realizações. Visto que somente n’Ele e por Ele temos a vida em plenitude.

Pelo que acabamos de ver no texto, este jovem tinha boas e excelentes qualidades. Só lhe faltava o essencial – “a vida eterna”. Ele sabia muito bem que essa vida estava com Jesus, o Filho de Deus. (Jo 10:10). Como vimos não adianta almejar a “vida eterna”, ansiar por ela, é necessário que a possuamos. É preciso que procuremos esta vida em Jesus Cristo.

O jovem rico tinha, além dos muitos bens! E religião? Podemos dizer que tinha em grau muito menor. Já que ele acreditava em Jesus, mas as suas obras eram opostas. Tem religião, mas vive bebendo, jogando, roubando e matando. Era preciso que ele se desapegasse de tudo isso. Que a sua religião fosse pura. O que lhe faltava era sair da letra, do papel para a prática.

Como veremos a seguir, ele fora elogiado por Jesus. O moço rico era zeloso guardador da lei. Disse Jesus que era fiel guardador da lei. Respeitava os mandamentos e estatutos ordenados pelo Senhor Todo-poderoso. Por exemplo, respondendo a Jesus que lhe pediu “guardar os mandamentos” disse: não mato, não cometo adultério, não furto, não defraudo, não dou falso testemunho, honrou pai e mãe.

Diga-se de passagem. O jovem era mesmo rico. Veja como os evangelistas narram a sua situação: Mt 19:22 – “dono de muitas propriedades”. Mc 10:22 – “dono de muitas propriedades”. Lc 18:23 – “era riquíssimo”. Porém, como cristão ele tinha tudo e nada tinha.

Os bens da terra evaporam. “que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma”. O que vou dizer pode te parecer contradição.

Apesar das riquezas, ele era pobre, tinha é nada. O jovem possuía tudo, menos a vida. E quem não tem vida não existe e se não existe não tem algo.

É pela vida que eu entro em contato com as coisas. Pela pergunta que fez a Jesus “que hei de fazer para herdar a vida eterna”, infere-se que não a possuía. E nem sequer existia. E por causa da ausência da vida, o jovem tinha tudo, desde a guarda dos mandamentos de Jesus até a fabulosa quantidade de dinheiro, corre a trás de Jesus a procura da vida para poder viver e conseqüentemente ter Vida eterna.

A partir da situação do jovem devemos nos advertir irmã que a vida eterna não se alcança por dinheiro, nem zelo pelos estatutos de Deus, nem pela guarda de lei, nem praticar alguma coisa boa. Pois priorizando estas coisas podes estar perdido, perdida como este jovem.

Alias, o próprio Jesus nos adverte que lhe adiantam os tesouros deste mundo, se não tivermos a vida eterna em Deus e com Ele?

No diálogo com o moço Jesus o levou a uma decisão. Jesus e o moço chegaram a dois caminhos diferentes. Quer Jesus ou as riquezas, Jesus ou a simples guarda dos mandamentos? Jesus ou as delícias deste mundo? Estas perguntas eu as faço para que tu reflitas a tua situação. Temos na Palavra de Deus, pessoas que firmam sua decisão. Cada um é livre em tomar o seu caminho.

Aceitar a Jesus como fonte de vida eterna ou o diabo como caminho da perdição eterna. O que tu preferes? Jesus ou cigarro? Jesus ou a cachaça? Jesus ou as falsas doutrinas? Jesus ou o dinheiro? Jesus ou os encontros deste mundo que se encontram no maligno?

Não te esqueças que o moço rico estava a um passo da vida eterna. Uma só coisa lhe faltava, remover o ídolo dinheiro do seu coração e seguir Jesus.

Quando ouviu de Jesus, falta-te uma coisa – uma somente: Vende tudo, dá aos pobres, volta a seguir a Jesus, não quis e se foi embora triste. Como soam estas palavras em ti: Vende tudo o que tens, dê aos pobres o que tens e terás a vida eterna?

Felizmente, Mateus nos faz cravada a figura e a atitude do coração deste jovem: ao ouvir as palavras de Jesus, retirou-se triste por ser dono de muitas propriedades. Retirou-se triste, não quis Jesus, ficou com o dinheiro e perdeu a vida eterna que tanto almejava. E tu, queres fazer o mesmo? Vás preferir ficar com os bens terrenos a ganhar a vida eterna?

Não nos atrapalhemos com este mundo passageiro. Com este dinheiro passageiro compremos amigos e amigas que nos acolherão no Reino dos Céus!

2ºReflexão Apostólica:

Aquele jovem que já seguia os mandamentos, pergunta a Jesus, o que mais ele tinha de fazer para alcançar vida eterna. Vai, vende todos os teus bens e dá o dinheiro para os pobres, e terás um tesouro no céu. Disse-lhe Jesus. O jovem ficou muito triste porque era muito rico.

Aquele jovem, como muita gente no mundo, havia acumulado, ou herdado um tesouro.  Hoje também existem muitas pessoas que investem no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal, e em outros bancos. Compram gado, terras ou imóveis porque a propaganda diz que este é o melhor negócio, o melhor investimento. Tais pessoas ao fazer todos os tipos de investimento, constroem  um tesouro na Terra.

Mateus tinha uma percepção diferente de Lucas, pois pertenceu a uma classe mais rica e poderosa. É justamente Mateus o apóstolo que narra a parábola do tesouro encontrado, que provavelmente chamou sua atenção por ser aquilo que viveu na pele: Um rico que encontrou o tesouro e vendeu tudo para segui-lo.

O evangelista dessa vez empenha-se em narrar um rapaz, que como ele, encontra O tesouro, no entanto tem uma postura bem diferente do autor desse evangelho. “(…) Quando o moço ouviu isso, foi embora triste”.

Na verdade, aos meus olhos, o problema não era o dinheiro e sim o apego a ele. De fato existem outros apegos que nos fazem voltar a trás e também desistir do tesouro.

Alguns se apegam a elogios, “tapinhas nas costas”, reconhecimento; outros a posições de destaque, cargos, chefias; outros, porém, a coisas que de fato não possuem valor algum. Quanta gente aproveita esse ensejo político para lograr êxito através de “favores” nada legais e muitas vezes imorais, tentando “arrebanhar” gente, mas no dia-a-dia cristão não tem a mesma dedicação?

Não nos enganemos! Deus conhece bem esses frutos! É deprimente o que fazemos para ascender de status: Mentimos, dissimulamos, omitimos…

O engajamento político se faz necessário para tirarmos das esferas de decisão os maus representantes, mas é duro de admitir que muitas vezes somos nós mesmos “cristãos” que os colocamos naquele lugar e mais duro ainda de admitir que tudo porque não me desapeguei das coisas menores. A parábola do jovem rico é muito atual, pois ela esta batendo em nossa porta todos os dias.

É preciso sim eleger pessoas com compromissos de fato com as pessoas, sejam eles católicos, evangélicos, mulçumanos, (…) e não pessoas que conhecemos que não se desapegam da riqueza, do poder, das facilidades.

Se qualquer um de nós precisar trabalhar numa campanha política coloquemos Deus à frente e não SEU SANTO NOME EM VÃO, pois todo cristão é por si só modelo para outros que o seguirão.

Precisamos jogar limpo com as pessoas e falar o que de fato queremos e não ficar “engabelando” as pessoas com promessas ou tijolos, telhas, janelas, (…).

Neste instante se faz prudente recordar o triste fato noticiado nacionalmente (Operação Caixa de Pandora) onde três políticos “evangélicos”´, de Brasília, que após um desfalque, uma fraude, rezavam a “deus” agradecendo pelo “sucesso” (hunf!). Isso é apego: DIZER SER DE DEUS, MAS NÃO SE DESAPEGAR DO QUE É INCORRETO!

Propósito:

Pai, quero estar sempre em comunhão contigo, pois só tu és Bom. Que eu possa, assim, conhecer a tua vontade e colocá-la em prática, pois este é o caminho da salvação.


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